sexta-feira, 29 de abril de 2011

Vem ai 30/04 apartir das 23:00 Horas AFTER NIGHT

Vem ai 30/04 apartir das 23:00 Horas AFTER NIGHT aguardem grandes surpresas.... Só R$ 10,00 E ainda Ganhe 1 destilado na entrada é neste sabado Pista de Dança Djs com Shows e muita Diverssão. Não PerCam!!! INFOLINE: 3346-0583 / 9634-6711


After Nigth 30/04 a partir das 23:00




Vem ai 30/04 apartir das 23:00 Horas AFTER NIGHT aguardem grandes surpresas.... Só R$ 10,00 E ainda Ganhe 1 destilado na entrada é neste sabado Pista de Dança Djs com Shows e muita Diverssão. Não PerCam!!! INFOLINE: 3346-0583 / 9634-6711

terça-feira, 26 de abril de 2011

Inveja. um dos 7 pecados.


Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materias como qualidades inerentes ao ser)e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.
A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver". Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.
Os indivíduos disputam poder, riquezas e status, aqueles que possuem tais atributos sofrem do sentimento da inveja alheia dos que não possuem, que almejariam ter tais atributos. Isso em psicologia é denominado formação reativa: que é um mecanismo de defesa dos mais "fracos" contra os mais "fortes".
A inveja é originária desde tempos antigos, escritos em textos, que foi acentuado no capitalismo e no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, a inveja seria, popularmente falando, a arma dos "incompetentes".
Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Virada Cultural 16–17 abril 2011

A edição da Virada Cultural acontecerá nos dias 16 e 17 de abril, com início às 18 horas do sábado.

São 24 horas ininterruptas de programação, com mais de mil atrações gratuitas espalhadas por diversos palcos da cidade, numa realização da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo em parceria com o SESC e a Secretaria de Estado da Cultura, e adesão das mais importantes instituições culturais da cidade.

A programação musical continua sendo o carro-chefe do evento, contemplando diferentes ritmos, estilos, artistas nacionais e internacionais. Um vasto programa de artes cênicas e visuais se soma a uma concorrida agenda de paradas e desfiles e maratonas.

Uma grande parte do centro velho é fechado para o trânsito de veículos (exceto local), e boa parte das linhas de ônibus serão circularizadas.

O Metrô funcionará ininterruptamente durante as 24 horas.

Barracas de pastel, yakissoba, tapioca, caldo de cana, salada de frutas e churros fazem parte da festa empraças de alimentação e em todo o perímetro do evento no centro. Mil banheiros químicos serão posicionados, assim como abundantes lixeiras.

A realização da Virada Cultural somente se faz possível mediante a colaboração dos órgãos públicos envolvidos, Secretarias de Serviços e de Coordenação das Subprefeituras, Polícia Militar, Guarda e Polícia Civil, entre outros.

Esta 7ª edição da Virada Cultural traz em seu programa o resultado de parcerias com as representações de Holanda, México, Espanha, Argentina e Itália

Sobem ao palco artistas brasileiros já consagrados, comoRita Lee, Paulinho da Viola, Erasmo Carlos,Dominguinhos, Eumir Deodato e também novos talentos, como Duani, Cibelle, Thaís Gullin eRumpilezz.

Entre os internacionais, São Paulo receberá Armando Manzanero, Skatalites, Fred Wesley and the New JB’s,Steel Pulse e Edgar Winter, entre inúmeros outros.

O Sepultura se apresenta com a Orquestra Experimental de Repertório, sob regência de seu titular, Maestro Jamil Maluf. A São Paulo Companhia de Dançadançará ao som da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo).

A ópera Pagliacci será encenada em praça pública. Uma produção da casa, com a Orquestra Sinfónica Municipal e o Coral Lírico, as cias Visualfarm, Fratelli e Pia Fraus, técnicos e criadores do corpo municipal.

A música eletrônica também estará bem representada em pistas espalhadas entre o Largo São Francisco,Praça da Sé e Memória, e uma radiola maranhense ocupará aPraça Princesa Isabel.

Um palco dedicado à stand-up comedy e um ringue de luta livre com lutadores mexicanos e brasileiros são exemplos de atrações sem precedentes nas ruas da cidade.

Durante as 24 horas da Virada Cultural haverá apresentação da banda Beatles 4Ever, formada por músicos brasileiros. O quarteto, formado em 1976, tocará absolutamente todos os discos da banda inglesa, na íntegra, em sequência.

Falando em recordes, este ano o Ônibus da Dança tenta reunir o maior número de casais dançando simultaneamente, e Dino Verdade vai em busca do maior número de bateristas tocando juntos. Para quem quiser participar e ser um recordista na Virada, basta se inscrever aqui no site. Ainda nesta chave, o sambistaLeandro Lehart promete reunir na platéia de seu show de sambas-enredo, a maior bateria de escola de samba jamais vista, com mais de mil ritmistas.

Atrações propostas em 2010 bem recebidas pelo público, como um espaço dedicado aos cosplayers,jogadores de RPG, parada dos trackers, vikings e suspensão corporal, estarão de volta.

Também tem cinema na Virada. Três salas funcionarão durante 24 horas com programações temáticas. Duas delas são cinemas pornô do centro que excepcionalmente apresentarão programas cult. Cinema Catástrofe,Cinema para Cantar e Dançar e a incrível mostra Zé do Caixão Mojica 24 horas. O CineSesc também terá sessões especiais durante a Virada Cultural.

Outras grandes novidades foram preparadas para essa edição e podem ser conferidas na programação completa da Virada Cultural 2011.

Parceiros, Apoios e Adesões

São muitos os parceiros da Virada Cultural. Alguns deles desde a primeira edição do evento. Em 2011, a Prefeitura de São Paulo, com a realização da Secretaria Municipal de Cultura, tem como correalizadores: Secretaria de Estado da Cultura e SESC São Paulo. A SPTuris fornece toda a infra-estrutura do evento.

Alguns destaques da programação de parceiros

Virada de Reis e Rainhas é o tema do SESC Pompéia que, em diversas linguagens, faz referência à tradição da realeza, com shows que homenageiam os grandes “reis” da MPB. Passarão por lá Del Rey cantando Roberto e Erasmo Carlos (sábado, às 21h) e Instituto tocando Tim Maia (domingo, às 3h).

No SESC Consolação o tema é Vira Nordeste, que propõe uma homenagem ao povo que veio e aqui ficou para ajudar a construir a mista nação paulistana. Passarão por lá Selma do Coco (sábado, às 23h30), Criolina(domingo, às 2h30) e Orquestra Contemporânea de Olinda(domingo, às 3h).

O Sesc Itaquera apresenta no Palco da Orquestra Mágica o show de Elba Ramalho, a partir das 18h do sábado, dia 16.

O filme O Mágico de Oz (dir.: Victor Fleming, Richard Thorpe, King Vidor), tem projeção às 2h, no CineSesc, com a trilha sonora do disco The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, substituindo a trilha e os diálogos. Trata-se da primeira apresentação dessa forma em uma sala de cinema no Brasil.

No Sesc Belenzinho, se apresentam Monarco (sábado, às 21h), Virgínia Rosa (sábado às 23h) e Funk como le Gusta(domingo, às 3h).

Já a Secretaria de Estado da Cultura estende o horário de funcionamento de várias de suas instituições, como oMuseu do Futebol (que fechará às 22h do sábado) e oMuseu da Língua Portuguesa (que encerrará as atividades à meia-noite do sábado para domingo e terá entrada gratuita).

Além disso, há uma farta programação também elaborada para o final de semana da Virada Cultural. No sub-solo do Edifício Itália, por exemplo, o público poderá acompanhar as apresentações da Companhia de Dança Festim e Companhia de Dança Castanho Sua Cor. ACasa das Rosas abrirá mais uma vez suas portas a quem tiver interesse em saraus, música e poesia. André Parisi & Grupo Língua Brasileira, com formação de choro, apresentarão músicas do próprio repertório, além de clássicas canções de Jacob do Bandolim e Pixinguinha.

Infra-estrutura para receber o público

As informações sobre artistas, locais e horários de cada apresentação poderão ser encontradas em 80 totens de sinalização.

Haverá 2.400 metros de grades e 500 barricadas para o isolamento de determinadas áreas, a fim de oferecer comodidade e segurança ao público durante os concertos e para facilitar a orientação e circulação pelas ruas. Cerca de mil banheiros químicos estarão espalhados e localizados em dez bolsões de serviços sanitários.

A produção do evento deste ano envolve mais de 2 mil pessoas, além de 700 seguranças particulares e outros 200 brigadistas – sem contar o efetivo da Polícia Militar e Guarda Civil.

Para eventuais ocorrências médicas e de urgência, três postos de ambulatório fixos ficarão localizados em pontos estratégicos. Além disso, 57 ambulâncias estarão disponíveis para atender o público, complementadas pela mobilização de 20 Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) móveis.


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Night Color Fest Em... As 7 cores do Arco- Iris



Um Grande Evento está Pra acontecer a acabar com Itapetininga e Região!

Vem aíí....

Night Color Fest Em... As 7 cores do Arco- Iris
Dia 7 de Maio de 2.011

Com os Melhores Dj's e a Melhor Equipe do Interior Paulista....

Presença Ilustre de: Xênia Star (Comemorando o Seu Niver Star)

Se vc Pensa que Acabou? Veem Mto Mais

Um Live Exclusivo com Vanessa Tsumatsu (Uma Grande Revelação do Interior Paulista)

Fora os Show's... Presença Confirmadissima de:

Rhavena Top (Hostess e Apresentação)
Milleny Lopes - Com uma Super Perfomance

Convidada Especial
Yanna Muller's

e com Certeza os melhores Dj's da Nossa Equipe!

DJ Banny
DJ Dennys Sbizera
DJ Feel
DJ Billy

As Melhores Musicas, os Melhores Momentos e as Melhores Festas Vc só encontra com a Gente

Cobertura Oficial e Gravação do Programa Close

Equipe TV TOOM c/ Handara Nitz e Toom
Itapestation

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Projeto de Lei da Câmara 122/2006 - Não Homofobia !



Nos últimos 30 anos, o Movimento LGBT Brasileiro vem concentrando esforços para promover a cidadania, combater a discriminação e estimular a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

A partir de pesquisas que revelaram dados alarmantes da homofobia no Brasil, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), juntamente com mais de 200 organizações afiliadas, espalhadas por todo o país, desenvolveram o Projeto de Lei 5003/2001, que mais tarde veio se tornar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia.

O projeto torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero - equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.

Aprovado no Congresso Nacional, o PLC alterará a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, caracterizando crime a discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Isto quer dizer que todo cidadão ou cidadã que sofrer discriminação por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero poderá prestar queixa formal na delegacia. Esta queixa levará à abertura de processo judicial. Caso seja provada a veracidade da acusação, o réu estará sujeito às penas definidas em lei.

O texto do Projeto de Lei PLC 122/2006 aborda as mais variadas manifestações que podem constituir homofobia; para cada modo de discriminação há uma pena específica, que atinge no máximo 5 anos de reclusão. Para os casos de discriminação no interior de estabelecimentos comerciais, os proprietários estão sujeitos à reclusão e suspensão do funcionamento do local em um período de até três meses. Também será considerado crime proibir a livre expressão e manifestação de afetividade de cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.

Apesar dos intensos esforços e conquistas do Movimento LGBT Brasileiro em relação ao PLC 122, ainda assim, ele precisa ser votado no Senado Federal. O projeto enfrenta oposição de setores conservadores no Senado e de segmentos de fundamentalistas religiosos. Por este motivo, junte-se a nós e participe da campanha virtual para divulgar e pressionar os senadores pela aprovação do projeto.

Para ler o projeto de lei na íntegra, clique aqui.

Por quê a lei?

  • Ainda não há proteção específica na legislação federal contra a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
  • Por não haver essa proteção, estimados 10% da população brasileira (18 milhões de pessoas) continuam a sofrer discriminação (assassinatos, violência física, agressão verbal, discriminação na seleção para emprego e no próprio local de trabalho, escola, entre outras), e os agressores continuam impunes;
  • Por estarmos todos nós, seres humanos, inseridos numa dinâmica social em que existem laços afetivos, de parentesco, profissionais e outros, essa discriminação extrapola suas vítimas diretas, agredindo também seus familiares, entes queridos, colegas de trabalho e, no limite, a sociedade como um todo;
  • O projeto está em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário: “Artigo 7°: Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”;
  • O projeto permite a concretização dos preceitos da Constituição Federal: “Art. 3ºConstituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação [...] / Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”;
  • O projeto não limita ou atenta contra a liberdade de expressão, de opinião, de credo ou de pensamento. Ao contrário, contribui para garanti-las a todos, evitando que parte significativa da população, hoje discriminada, seja agredida ou preterida exatamente por fazer uso de tais liberdades em consonância com sua orientação sexual e identidade de gênero;
  • Por motivos idênticos ou semelhantes aos aqui esclarecidos, muitos países no mundo, inclusive a União Européia, já reconheceram a necessidade de adotar legislação dessa natureza;
  • A aprovação do Projeto de Lei contribuirá para colocar o Brasil na vanguarda da América Latina, assim como o Caribe, como um país que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos, rumo a uma sociedade que respeite a diversidade e promova a paz.

Fonte: Projeto Aliadas – ABGLT

Verdades e Mentiras sobre o PLC 122/06

Desde que começou a ser debatido no Senado, o projeto de lei da Câmara 122/2006, que define os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero tem sido alvo de pesadas críticas de alguns setores religiosos fundamentalistas (notadamente católicos e evangélicos).

Essas críticas, em sua maioria, não têm base laica ou objetiva. São fruto de uma tentativa equivocada de transpor para a esfera secular e para o espaço público argumentos religiosos, principalmente bíblicos. Não discutem o mérito do projeto, sua adequação ou não do ponto de vista dos direitos humanos ou do ordenamento legal. Apenas repisam preconceitos com base em errôneas interpretações religiosas.

Contudo, algumas críticas tentam desqualificar o projeto alegando inconsistências técnicas, jurídicas e até sua inconstitucionalidade. São críticas inconsistentes, mas, pelo menos, fundamentadas pelo aspecto jurídico. Por respeito a esses argumentos laicos, refutamos, abaixo, as principais objeções colocadas:


1. É verdade que o PLC 122/2006 restringe a liberdade de expressão?

Não, é mentira. O projeto de lei apenas pune condutas e discursos preconceituosos. É o que já acontece hoje no caso do racismo, por exemplo. Se substituirmos a expressão cidadão homossexual por negro ou judeu no projeto, veremos que não há nada de diferente do que já é hoje praticado.

É preciso considerar também que a liberdade de expressão não é absoluta ou ilimitada - ou seja, ela não pode servir de escudo para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa, ataques à honra ou outras condutas ilícitas. Esse entendimento é da melhor tradição constitucionalista e também do Supremo Tribunal Federal.

2. É verdade que o PLC 122/2006 ataca a liberdade religiosa?

Não, é mentira. O projeto de lei não interfere na liberdade de culto ou de pregação religiosa. O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente discriminatórias, ofensivas ou de desprezo. Particularmente as que incitem a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Ser homossexual não é crime. E não é distúrbio nem doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Portanto, religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos (como considerar a homossexualidade "pecado"). Mas não podem propagar inverdades científicas, fortalecendo estigmas contra segmentos da população.

Nenhuma pessoa ou instituição está acima da Constituição e do ordenamento legal do Brasil, que veda qualquer tipo de discriminação.

Concessões públicas (como rádios ou TV's), manifestações públicas ou outros meios não podem ser usados para incitar ódio ou divulgar manifestações discriminatórias – seja contra mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência ou homossexuais. A liberdade de culto não pode servir de escudo para ataques a honra ou a dignidade de qualquer pessoa ou grupo social.

3. É verdade que os termos orientação sexual e identidade de gênero são imprecisos e não definidos no PLC 122, e, portanto, o projeto é tecnicamente inconsistente?

Não, é mentira. Orientação sexual e identidade de gênero são termos consolidados cientificamente, em várias áreas do saber humano, principalmente psicologia, sociologia, estudos culturais, entre outras. Ademais, a legislação penal está repleta de exemplos de definições que não são detalhadas no corpo da lei.

Cabe ao juiz, a cada caso concreto, interpretar se houve ou não preconceito em virtude dos termos descritos na lei.

Fonte: /ABGLT