terça-feira, 28 de agosto de 2018

Esclarecendo as coisas...

                                                                                                  Esclarecendo as coisas...

Como é de conhecimento público, o mercado Veran já responde a processos por discriminação e transfobia, devido a um caso que ocorreu tempos atras de uma mulher transsexual ter sido impedida de usar o banheiro feminino. Devido isso, terça feira (21/08) fizemos o primeiro ato contra lgbtfobia no mercado, onde pedimos a presença do gerente e não fomos atendidos, informamos sobre a Parada LGBTI+ que ocorreu ontem (26/08) e que queríamos que o mercado tomasse uma posição sobre o caso antes.
Bom, no início da Parada, voltamos ao mercado, conversamos com os seguranças do mercado novamente para informar o evento etc... OK
Pouco tempo depois, nos informaram que eles haviam trancado os banheiros do mercado, voltamos ao mercado, pedimos a presença do gerente novamente, fomos recebidos, pedimos a abertura dos banheiros, afinal de conta se o banheiro é para clientes, o que não faltava era LGBT gastando no mercado... só que fomos surpreendidos com a desculpa que o banheiro foi fechado devido falta de água, o que era MENTIRA, porém já q o mercado alegou falta d'agua, ele deveria ser fechado, afinal açougue, praça de alimentação, etc, dependem de água certo? Após uns 40 min. de discussão voltamos a dar continuidade a parada e pouco tempo depois o mercado veran abaixa suas portas, mais tarde ele reabre, dessa vez com os banheiros aberto, onde todos os clientes podiam usar.
POR NENHUM DIREITO A MENOS!


#XêniaSTARDRAG #43024 #deputada #estadual  #saopaulo #telemarketing #LGBT #arte #pcd #amor, #eleicao2018

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Xênia STAR DRAG #43024

 Temas prioritarios



#LGBTs #Trabalho, Saúde e



Educação

#Segurança e Direitos #Humanos



Financiamento público de campanhas de mulheres negras

Sou a FAVOR do 􀁽nanciamento público de campanhas de mulheres negras



Monitoramento da Lei do feminicídio

Sou a FAVOR o monitoramento da Lei do feminicídio



Legalização do aborto

Sou a FAVOR da legalização do aborto



Prioridade no atendimento de mulheres negras no SUS

Sou a FAVOR da prioridade no atendimento de mulheres negras no SUS



Cotas raciais nas universidades

Sou a FAVOR de cotas raciais nas universidades




Tornar crime o abate de animais em religiões de matriz africana

Sou a FAVOR de tornar crime o abate religioso de animais



Trans e travestis podem usar o banheiro que quiserem

Sou a FAVOR de trans e travestis usarem o banheiro que quiserem



O preconceito contra LGBTs deve ser crime

Sou a FAVOR de tornar crime o preconceito contra LGBTs



Projeto “Escola sem partido”

Sou a FAVOR do projeto “Escola sem partido”



Cotas para indígenas no Congresso

Sou a FAVOR de cotas para indígenas no Congresso



Facilitar uso de agrotóxico

Sou CONTRA facilitar o uso de agrotóxicos



Marco temporal na demarcação de terra

Sou CONTRA a aplicação do marco temporal na demarcação de terra



Teto de gastos públicos

Sou a FAVOR do teto dos gastos públicos



Reforma trabalhista

Sou CONTRA a reforma trabalhista



Redução de maioridade penal

Sou a FAVOR da redução de maioridade penal



Autos de resistência

Sou CONTRA os autos de resistência



Transparência nos gastos dos partidos políticos

Sou a FAVOR da transparência nos gastos dos partidos políticos



Políticos serem donos de emissoras de rádio e TV

Sou CONTRA políticos serem donos de emissoras de rádio e TV

Internação compulsória para usuários de drogas

Sou a FAVOR da internação compulsória para usuários de drogas



Legalização da maconha

Sou a FAVOR da legalização da maconha



Direito a voto de migrantes

Sou CONTRA o direito a voto de migrantes



terça-feira, 21 de agosto de 2018

#XêniaSTARDRAG #43024

Propostas

· +Arte: Por mais espaços públicos que acolham artistas e suas obras e mais recursos para a Cultura. Mais Cultura é Mais Educação.
· +LGBT: Por mais políticas públicas que acolham a população LGBTIs e suas famílias, assim como aqueles que são rejeitados por elas. Combate ao suicídio de LGBTIs.
· +PCD: Por mais acessibilidade para Pessoas Com Deficiência (PCD). Um estado mais inclusivo é um estado onde a PCD nem perceba que é diferente, muito menos sinta-se incapacitada por sua deficiência.
· +Tele: Por mais direitos aos operadores de Telemarketing, para que não sofram tantas agressões em seu dia-a-dia, sendo explorados com baixos salários.
· +Ambiente: Por mais  trabalhador no campo,  melhores de plantio e venda. pois se o homem do campo não planta a cidade não janta.

#XêniaSTARDRAG #43024 #deputada #estadual #saopaulo #telemarketing #LGBT #arte #pcd amor

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Dificuldades para retificar documentação em cartórios

Mesmo após a decisão do STF e as regras determinadas pelo Conselho Nacional de Justiça para retificar o nome e gênero da certidão de nascimento, diversas pessoas trans e travestis ainda enfrentam dificuldades ao se dirigirem aos cartórios e solicitarem a mudança. Elas fazem diversas denúncias, mostram os bastidores e já mobilizam instituições nacionais.
A militante e DJ Ledah Martins é uma delas. Ela revela que foi ao cartório de Santo Amaro, São Paulo, com todos os documentos exigidos pelo CNJ separados meticulosamente por sua advogada, Aninha Cortês. Porém, o cartório rejeitou de prontidão a documentação e ofereceu uma metodologia que dificulta o processo. Disse que a entrega de documento não poderia ser feita pessoalmente, apenas por e-mail e sem previsão de retorno.
“Eles criaram uma metodologia para dificultar. Não quiseram nem pegar a documentação, que estava pronta. Disseram que não poderiam conferir pessoalmente, mesmo lá sendo o cartório. Disseram que após eu enviar um e-mail com a documentação, eles marcariam uma data para eu voltar ao cartório. Além desta espera, ainda há a espera para a certidão ficar pronta. Ou seja, seguimos dependendo da boa vontade e mal atendimento de cartórios recheados de funcionários mal-educados, mal informados e de má vontade”, disse ao NLUCON.
Pedro Bouzas, de Salvador, relata que o cartório está impondo grandes dificuldades desde quando deu início ao procedimento. A cada volta, novos documentos são solicitados. “Eu havia entregado todos os documentos solicitados e me deram o prazo de entrega dia 23 de julho. Mas no dia 20, quando liguei para confirmar a entrega, eles me pediram mais documentações e disseram que eu precisava pagar a segunda via da minha certidão antiga, uma vez que a certidão estava plastificada. No prazo estourado me solicitaram outras documentações e, diante da situação, a atendente demonstrou descaso total ao dizer que “não sabia nem quando o oficial assinaria a papelada”.
N. A. relatou que o cartório de sua cidade, município de São Paulo, dificultou a retificação e declarou que aguardava a chegada de um papel com as normativas, mesmo após a divulgação do provimento do CNJ. O homem trans B. C. revela que durante o procedimento o cartório exigiu laudo médico e questionou verbalmente a ausência de ação judicial nos papeis disponibilizados. Ele mesmo precisou falar sobre as novas exigências. “Sinto que não fizeram o dever de casa de lerem o provimento e só acabam se informando quando aparece um caso”, declara ele.
O mesmo ocorreu com a militante Isabella Santorinne Braga, que mora em Belém. Ao ligar ao cartório de origem para tirar dúvidas se deparou com diversas desculpas para a não retificação, que descumprem a decisão do STF e do CNJ. “Uma delas é que a retificação só deveria ser feita via ação judicial”, declara. Como Isabela já estava com uma decisão pendente – e que aguardava a anulação por meio da Defensoria Pública – conseguiu acelerar a decisão no Fórum e receber um parecer favorável do juiz.  “Na segunda-feira (13) estarei indo ao cartório para o procedimento”, disse.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL PROMOVE AÇÃO
Não há um número exato de pessoas trans que encontraram dificuldades na retificação da documentação, mas a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) confirma que há diversos relatos informais de não cumprimento das normativas do CNJ e tampouco do STF. A Associação informa que os motivos vão desde a falta de preparo dos funcionários em atender a demanda ou até mesmo a exigência de comprovantes que não são mais exigidos pelo Conselho Nacional de Justiça.
“Ao chegar no cartório, muitas vezes os funcionários não sabem lidar com a situação, seja por preconceito ou por não terem conhecimento sobre este direito, negam o atendimento ou encaminham para a judicialização do caso. Alguns ainda solicitam que sejam apresentados laudos médicos ou psicológicos, o que não faz parte do procedimento que foi regulamentado e é considerada uma prática abusiva”, diz o comunicado da associação.
Para formalizar as denúncias e garantir o direito a retificação do prenome e gênero, a associação lançou o projeto “Eu Existo”, em parceria com o Instituto PRIOS de Políticas Públicas.
“O projeto tem o objetivo de monitorar e acompanhar a garantia do direito a alteração do registro civil conforme determinado pelo STF e pelo provimento 73/2018 do CNJ, através das denúncias efetivas e relatos de travestis, mulheres transexuais e homens trans que tem tido dificuldade na realização do procedimento”. Denuncias, dúvidas e relatos positivos podem ser encaminhados por meio do e-mail: euexisto@prios.org.br
NEGAR PROCEDIMENTO É ATO ILÍCITO
Segundo o advogado Paulo Iotti, da ABGLT e GaDVs, em recente reportagem do NLUCON, o provimento do CNJ é explícito sobre a documentação que exige para a retificação do registro civil das pessoas trans. Logo não há justificativa para fazer outras exigências, tampouco negar o atendimento.
“Se recusarem, os cartórios estarão cometendo ato ilícito, podendo ser processados para que façam a retificação, inclusive, a meu ver, por danos morais, por transfobia institucional. E de qualquer forma devem dar negativas por escrito (muitas vezes é difícil de consegui-la) para ter um mínimo de lisura e formalidade no procedimento”.
PARA RETIFICAR
Segundo o texto da CNJ, toda pessoa maior de 18 anos completos poderá fazer a retificação de nome e gênero/sexo da documentação. “O procedimento será realizado com base na autonomia da pessoa requerente, que deverá declarar, perante o registrador do Registro Civil de Pessoas Naturais, a vontade de proceder à adequação da identidade mediante a averbação do prenome, do gênero ou de ambos”.
Para dar entrada, a pessoa deverá apresentar uma série de documentos, bem como certidão de nascimento atualizada, certidão de casamento atualizada, se for o caso. Cópia do RG, cópia da identificação civil nacional (ICN / se tiver), cópia do passaporte brasileiro (se for o caso), cópia de pessoa física (CPF) no Ministério da Fazenda, cópia do título de eleitor, cópia de carteira de identidade social (se tiver), comprovante de endereço, dentre outros.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Você tem filhos??

"Você tem filhos?" Quantas mulheres já ouviram essa pergunta numa entrevista? Quantas mulheres sofrem preconceito ou não são selecionadas para uma vaga por serem mães?
Queria deixar um recado a recrutadores: ser mãe, coloco minha esposa nessa lista, é estar prepadada para qualquer desafio. É acordar de madrugada, amamentar, trocar fraldas, cuidar quando estão doentes, fazer a mochila quando vão sair, pensar na educação e ter disposição para brincar e sorrir o dia todo. Elas ainda acham tempo para cuidarem de si. Mesmo assim elas querem trabalhar na sua empresa.
As mães fazem milagres! Ser mãe é uma prova de determinação, garra, superação, foco e muito, mas muito amor. Quem não quer alguém assim na sua equipe?
Todos os itens listados acima podem e devem ser feitos pelo pai (

exceto amamentar), então por que esse preconceito com as mulheres?
Então, próxima vez que perguntar se tem filhos, pense: "nossa, ela tem um grande diferencial".
E você, já sofreu ou conhece alguém que sofreu preconceito no por ser mãe? Conte sua história para combatermos o preconceito!